sexta-feira, 8 de abril de 2011

Histórias do Transporte Coletivo I

Era uma vez um tempo em que se fazia o trajeto da UFSC para o Campeche (25 km) em uns 45 minutos. Dez minutos até o armazém Vieira, mais uns 35 até o Campeche em linha direta. Então, a dona Angela criou o transporte desintegrado. Agora, pegam-se três ônibus. É preciso ir da UFSC até o Centro (20min), depois esperar uma meia hora para pegar um ônibus em que se possa ir sentado (já se vão 50 min). Então pega-se o engarrafamento na área do elevado (mais uns 15 minutos parados), fora os 40 que se leva para fazer todo o transcurso, recheado de trechos engarrafados. Chega-se então ao Terminal do Rio Tavares, onde se espera mais uns 25 minutos para pegar o Castanheira. Se der sorte de pegar o Gramal, chega-se em casa em mais uns 10 minutos, mas se for o Eucalipto lá se vão mais uns 45 minutos.


Logo, a odisséia de se ir do trabalho até em casa dura mais de duas horas. E vice-versa. O que significam quatro horas do dia perdidas nas incompetências do sistema desintegrado. Tá bom assim, ou tá difícil? Eu já estou reivindicando isso em hora extra. E penso que todo trabalhador deveria fazer o mesmo!!

5 comentários:

Sandra disse...

Absurdo!!!
Não dá pra acreditar que não tenha ninguém CAPAZ de mudar isso.

elaine tavares disse...

Já protagonizamos três revoltas, mas sem vitória.. o povo é carneiro...

costa disse...

NO TERMINAL DE CANASVIEIRAS É A MESMA BAGUNÇA, NINGUÉM TOMA PROVIDENCIAS....

costa disse...

NO TERMINAL DE CANASVIEIRAS É A MESMA BAGUNÇA, NINGUÉM TOMA PROVIDENCIAS....

costa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.