Em 2003 os Estados Unidos invadiam o Iraque para dar ao povo democracia e liberdade. O argumento para a invasão era de que Sadam tinha armas químicas e era uma ameaça ao mundo ocidental. Tudo era mentira, como ficou comprovado depois. Desde então, mais de um milhão de pessoas foram mortas. O país está destruído e hoje vive o drama de ter de conviver não apenas com os "mariners" estadunidenses e sua habitual violência, mas também com o "monstro" criado pelos EUA: o Estado Islâmico. No ano de 2016 foram registradas 6.878 mil mortes de civis ou seja, gente que não estava envolvida na guerra propriamente dita. Também há registros de 12 mil pessoas feridas. Dados que são divulgados, fora o que está fora das estatísticas.
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