Curitiba, Paraná. Professores lutando por melhoria nas condições de trabalho e contra a retirada de direitos. As imagens mostram como o sistema a trata quem luta. A democracia é uma palavra sem significado, só vale para quem diz amém aos desejos do capital. A violência sobre os professores, estudantes e trabalhadores não é nenhum "absurdo". Ela é pão comido, coisa naturalizada, ação corrente em todos os momentos nos quais alguém se levanta contra leis ou atos injustos. E há quem diga que os que lutam são vagabundos. Pois são esses que fazem o mundo caminhar. Cada trabalhador caído faz, lá na frente, que aconteça a mudança. É triste, é dramático, mas é necessário seguir. Todo apoio aos companheiros que hoje enfrentam com valentia o governo de Beto Richa. Que todos os trabalhadores do Paraná se levantem e mudem a realidade. É hora da ação coletiva e solidária. É hora da consciência de classe.
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
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Jornalismo de Libertação
Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
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