Vem aí um livro que promete balançar o coreto da pacata Florianópolis. O trabalho de pesquisa do autor, Gert Shinke, fruto de uma investigação que durou mais de dois anos, revela a maior fraude fundiária levada a cabo no Brasil, sob o manto de uma suposta reforma agrária. Subvertendo totalmente a generosa proposta de distribuição de terras para quem nela trabalhasse, para agricultores sem-terra, o que aconteceu em Santa Catarina foi uma anterreforma agrária e, segundo Gert, " uma fraude colossal com terras públicas em Florianópolis, especialmente durante o período da ditadura civil militar". Tudo foi documentado e os arquivos foram sistematicamente estudados pelo autor. A Editora Insular, de Nelson Rolim, topou o desafio de colocar à luz esse trabalho que promete ser glicerina pura. O lançamento acontece no dia 2 de junho, terça-feira, às 19h, no Auditório do CFH, da UFSC. O filho de João Goulart, presidente deposto pelo golpe, João Vicente Goulart fará uma conferência. Ele falará sobre a conjuntura pré-golpe de 64 e a proposta de Reforma Agrária do presidente Jango. Evento imperdível. Com posterior sessão de autógrafos com Gert Shinke. PROMOÇÃO: Editora Insular e CFH-UFSC
APOIO: Comissão de Direitos Humanos da ALESC; Escola do Legislativo da ALESC e Coletivo Catarinense Memória, Verdade, Justiça
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
Redes Sociais
Rádio Comunitária Campeche
Artigas
o general dos povos livres
Sempre na Memória
Marco Temporal Não
Vida plena para os povos originários
Programa Campo de Peixe
sábados - 11h - Rádio Campeche
Jornalismo de Libertação
Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
Moda Inviolada: uma história da música caipira
-
O livro que publiquei em 2006 com minha pesquisa sobre como a música
caipira se transformou na música "sertaneja" ainda está disponível e pode
ser adquiri...
-
*EMANUEL MEDEIROS VIEIRA*
*Salvação - Alameda dos Amigos Mortos*
*SALVAÇÃO*
Por *Emanuel Medeiros Vieira*
“*O tempo é a espera de Deus que mendiga no...
Nenhum comentário:
Postar um comentário