O Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) publicou no ano passado
dois importantes livros para pensar os grande eventos esportivos que
acontecem no mundo, particularmente a Copa do Mundo, que em 2014 foi no
Brasil, e as Olimpíadas, que virá para nosso país em 2016.
O primeiro deles é o "Copa do Mundo na África do Sul: um legado para
quem?", organizado pelo sul-africano Eddie Cottle, que esteve nas
Jornadas Bolivarianas - 9 edição , encontro anual do Iela que discutiu
os mega eventos. Nesse trabalho, vários estudiosos do tema apresentam
análises profundas sobre o que ficou de legado para o povo da África do
Sul, a realização da Copa do Mundo por lá. Toda a história da
organização do evento e os resultados são muito parecidos com o que
aconteceu no Brasil.
O segundo livro é o "Megaeventos Esportivos - suas consequências,
impactos e legados para a América Latina", organizado por Paulo Capela e
Elaine Tavares, que reúne as conferências da Nona Edição das Jornadas
Bolivarianas, com reflexões sobre quais são os interesses que perpassam a
realização desses grandes eventos do esporte.
A leitura desses dois livros pode ajudar na formulação de um pensamento crítico acerca das Olimpíadas que já se aproximam.
Os livros podem ser encontrados no Iela. Faça seu pedido pelo email: iela@contato.ufsc.br
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
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Jornalismo de Libertação
Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
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