Minha casa, nossa casa: Abya Yala Florianópolis inaugurou nesse dia 18 de agosto a Casa da América Latina, uma proposta que floresceu a partir da professora da UDESC, Carmem Suzana, e que foi abrindo raízes junto a outras companheiras e companheiros, também latino-americanistas. Essa vontade viva de ter um espaço onde os irmãos e irmãs de Abya Yala pudessem se encontrar e onde pudesse pulsar essa alma mestiça de negro/índio/espanhol/português que nos faz povo. Pois nessa noite foi assim. Amigos, música da pátria grande, Artigas, lembranças, emoções, alegrias. Tudo junto e misturado nessa paixão que move a vida desde que Bolívar entendeu que sozinhos somos fracos, juntos somos gigantes e saiu por aí a semear. Simón não viu acontecer, Artigas também não. Mas nós a faremos, pátria/mátria nossa. A inauguração teve sons da américa, batida de tambor, chorinho, poesia, imagens. Teve comida compartilhada, teve criança, velho, moço. Teve argentino, uruguaio, chileno, cubano, brasileiro, caboclo, branco, negro, índio, tudo o que somos. Teve abraço, teve riso, teve até lágrimas. Essas que brotam da pura emoção da vida compartilhada. E teve a presença segura da sempre amada Gina Couto. Nessas imagens de Rubens Lopes, um pouco da alegria que nos invadiu. A alegria que vem da certeza de somos companheiros e estamos juntos, mesmo que a vida esteja gris, que haja golpe. Porque somos Abya Yala, somos povo latino-americano, somos um só vibrando nesse imenso continente. Caminhamos... Estamos juntos...
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
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Jornalismo de Libertação
Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
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