Nas culturas anglo-saxônicas o dia 14 de fevereiro é um dia especial: celebra-se São Valentin, o padroeiro dos enamorados. Muitos países de fala inglesa e também alguns países da América Latina, como o Paraguai, Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, México, Venezuela, Panamá e Chile, comemoram o dia dos namorados nesse dia. No Brasil, o dia dos namorados é em 12 de junho e não tem relação com São Valentim. A celebração do dia de São Valentin passou a se transformar numa tradição nos Estados Unidos em 1842 quando uma mulher chamada Esther Howland começou a vender alguns cartões postais com corações e cupidos desenhados. Esses cartões ficaram conhecidos como "valentines". Já nos países nórdicos, que também celebram os namorados nesse dia, a origem é bem mais antiga e tem a ver com a natureza, pois naquela região essa é a época em que os pássaros se acasalam e são vistos como um símbolo da criação. Ainda que nos EUA o dia de São Valentin, depois dos coraçõezinhos de Esther, tenha virado um dia de consumo, adorado pelo comércio, a história de São Valentin como patrono dos enamorados remonta ao Império Romano. Ele era um padre que vivia em Roma e que enfrentou o imperador Cláudio II, quando esse tentou impedir o casamentos dos jovens, alegando que os solteiros eram melhor soldados. Indo contra a lei e contra o imperador, o padre celebrava casamentos às escondidas. Denunciado por inimigos padre Valentin foi preso e martirizado em 14 de fevereiro do ano de 270. É para reverenciar o homem que protegeu o amor dos jovens que se celebra o dia dos namorados na data de sua morte.
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
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Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
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