15 de abril de 1961 – primeira derrota do imperialismo em América Latina
Cuba havia vencido a ditadura de Fulgêncio Batista em 1959 e começava sua caminhada rumo a outra forma de organizar a vida. Fidel Castro dava sinais de que se acercava do socialismo. Assim, poucos meses depois da posse de John F. Kennedy, o governo estadunidense, apoiado na estratégia da CIA e aliado a exilados cubanos que queriam depor o governo revolucionário da ilha, decidiu invadir Cuba através da Baia dos Porcos. Treinados pelo exército estadunidense cerca de 1.200 exilados cubanos acabaram vivendo um fragoroso fracasso. A operação, montada nos Estados Unidos, era chamada de “operação Mangusto” e tinha por objetivo assassinar o líder Fidel Castro. Ocorre que uma ação dessa natureza já era esperada pelos revolucionários, sobretudo por Che Guevara, que já tinha vivido situação semelhante quando estava na Guatemala e viu a ação da CIA contra o governo de Jacobo Arbenz. A batalha que ficou conhecida como “A batalha de Girón”, durou três dias e terminou com a maior parte dos agressores capturados pelo exército revolucionário cubano. É que John Kennedy acabou não enviando seus marines para ajudar na batalha, temendo envolver o seu governo de forma muito visível. Depois dessa descarada agressão, Fidel Castro anunciou no dia 16 de abril, num discurso histórico, a vitória sobre o imperialismo e o caráter socialista da revolução.
Elaine Tavares. Jornalista. Humana, demasiado humana. Filha de Abya Yala, domadora de palavras, construtora de mundos, irmã do vento, da lua, do sol, das flores. Educadora, aprendiz, maga. Esperando o dia em que o condor e a águia voarão juntos,inaugurando o esperado pachakuti. Contato: eteia@gmx.net / tel: (48) 99078877
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Este é o pressuposto teórico básico do jornalismo praticado pela autora deste blog. Seguindo a senda da Filosofia de Libertação, que busca olhar o mundo a partir do olhar da comunidade das vítimas do sistema capitalista, o jornalismo de libertação se compromete em narrar a vida que vive nas estradas secundárias, nas vias marginais. O jornalismo de libertação não é neutro nem imparcial. Ele se compromete com o outro oprimido e trata de, na singularidade do fato, chegar ao universal, oferecendo ao leitor toda a atmosfera que envolve o assunto tratado. (Jornalismo nas Margens. Elaine Tavares. 2004)
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