Há coisas que não se explicam mesmo. Outro dia remexendo nos baús do passado encontrei um disco que fez minha cabeça quando eu tinha apenas 13 anos. Apaixonada por aventuras científicas eu sempre fui, mas não sei como pude encontrar esse precursor do rock progressivo na pequena São Borja, fronteira com a Argentina. O que sei é que esse disco – uma ópera rock - do Rick Wakeman, “Viagem ao Centro da Terra”, era escutado até a exaustão. Pelas mãos mágicas do músico inglês eu viajava não só para as entranhas do planeta, mas também para o espaço sideral. Hoje, vendo-o, meu coração se enche de ternura. Quantas pequeninas coisas vão fazendo da gente a pessoa que somos. Julio Verne, teclados, mitos, música...E essa vontade inesgotável de explorar o desconhecido, “audaciosamente indo onde ninguém mais esteve”...
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